
Geralmente, esta projeção
é assumida por mim, que passo então a defender-me dela. O amor ao inimigo se
recusa a fazer o jogo do mecanismo de projeção. Ele não reconhece o outro como
um inimigo, mas sim como alguém que está dilacerado interiormente e que, por
este motivo, precisa me dilacerar. Eu tenho o direito de me defender de pessoas
que estão interiormente enfermas e que por esta razão precisam tornar outras
pessoas também doentes. Porém, eu não as vejo como inimigas e sim como pessoas
que precisam de ajuda para harminizarem-se consigo mesmas. (...)
Apenas aquele que está em
harmonia consigo mesmo pode reconciliar-se com as pessoas que o cercam. Aquele
que está interiormente fragmentado também fragmentará as pessoas ao seu redor.
ANSELM GRÜN
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